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16/01/2012

Review: Sherlock Holmes - O Jogo de Sombras


 
Nome Original: Sherlock Holmes: A Game of Shadows
Diretor: Guy Ritchie
Elenco: Robert Downey Jr., Jude Law, Noomi Rapace
Ano: 2011
Visto em: 15/01/2012
Review contém spoilers? Não
 
Puxa! Já fazem dois anos desde o primeiro Sherlock! E logo estarei completando um ano de reviews aqui no GNO!
 
Do primeiro pra esse segundo, a fórmula continua a mesma - Holmes cada vez mais insano, Watson se ferrando ainda mais e diversas cenas de dedução abusando do slow motion.
Aparentemente também continua igual a relação dessa versão cinematográfica com o público: Quem se apega demais aos livros originais parece não gostar dessa versão dos filmes, mas para quem consegue diferenciar as versões - ou quem simplesmente é como eu, que dispensa literaturas (eu sei, blasfêmia, ya-dee-dah~) - é capaz de apreciar uma ótima experiência visual.
 

 
Dessa vez, enquanto Watson (Jude Law) está para se casar, Holmes (Robert Downey Jr.) passa seu tempo investigando assassinatos que, segundo seu incrível poder de dedução, levam todos a um único nome: James Moriarty (Jared Harris), o homem misterioso por trás das ações de Irene Adler (Rachel McAdams) no primeiro filme.
Só que Moriarty não está nada contente em ver Irene aparentemente apaixonada por Holmes, decidindo então convidar o famoso detetive para um "jogo".
 
Calculista e sádico, Moriarty prefere, em vez de atacar Holmes diretamente, colocar em risco os poucos amigos que o detetive possui - além de Irene, o próprio Watson também corre perigo, mesmo estando a viajar em lua-de-mel, obrigando Holmes a decifrar charadas o mais rápido possível caso queira salvá-los.
 
Assim como aumentam os perigos, também é maior o número de aliados nesta sequência: Além da misteriosa cigana Simza (Noomi Rapace), o filme também apresenta o fanfarrão irmão de Sherlock - Mycroft Holmes (Stephen Fry).
 

 
Lembram que falei sobre experiência visual? Pois bem, em Sherlock 2 temos novamente todos aqueles cenários europeus maravilhosos, aquelas roupas vitorianas chiquérrimas, aquelas cenas de ação bem coreografadas... é como se fosse uma ode ao colírio. E que colírio - apesar de Downey não ser o ator que aparece pelado desta vez (que pena...), seus cabelos estão mais compridos, exaltando o charme de seu personagem, e sua competência nas artes marciais torna as cenas de luta ainda melhores que as do primeiro filme.
 
Falando em lutas, a sequência parece ter um número ainda maior daquelas cenas de slow motion - lí críticas dizendo que houve excesso, mas acredito que elas estão todas bem dosadas, já que são o elemento de maior impacto durante a história.
 
O único defeito do filme - minha opinião - é que ele parece esticado demais, poderia ser um tanto mais "redondo". Enquanto já assisti o primeiro filme quatro vezes, não me vejo procurando ao segundo mais que duas, pois apesar de maçante, confesso que existem partes intrigantes que exigem uma segunda vista para conferir tais cenas com maior atenção.
 

Assista ao trailer:


 

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30/11/2011

Review: Tiger & Bunny


 
Nome Original: タイガー&バニー
Produção: Sunrise, Bandai Visual
Elenco: Hiroaki Hirata, Masakazu Morita, Koji Yusa, ...
Ano: 2011
Visto: 25 episódios (inteiro)
Episódio favorito: 14
Review contém spoilers? Não
 
Tiger & Bunny é uma franquia concebida originalmente como anime, tendo estreado nas redes de TV japonesas, como MBS e Tokyo MX, em Abril deste ano. Desde então o anime ganhou notoriedade com seus personagens visualmente gostosos - até mesmo as garotas, apesar de baixinhas, são belíssimas e lutam de igual pra igual junto com os outros personagens.
Mais tarde este ano, Tiger & Bunny também virou mangá, sendo serializado na Miracle Jump, mas também online na Niconico Ace. Além disso, um longa-metragem já está previsto para 2012.
 
Um aspecto imediatamente percebido é que os mocinhos "vestem" marcas verídicas do nosso mundo, como Pepsi, Bandai, Figuarts e Animate.
Sim, este anime é, antes de tudo, um produto altamente comercial, gerado pra vender quinquilharias e marcas associadas... mas o pior é que FUNCIONA - uma das qualidades deste anime (fora os personagens gostosos) é a história bem planejada, apesar de recheada de clichês, o que torna Tiger & Bunny uma grande armadilha de capturar otakus... mas quem é que não gosta de cair nessas armadilhas, né =P
 

 
Aqui eles levam a sério o estereótipo "super-herói": Coisa que préviamente em Viewtiful Joe era tomada com certo deboche, em Tiger & Bunny os heróis fazem parte de um segmento comercial de alto nível, tornando-se influência social no contexto da história ao levar pra frente toda uma indústria milionária.
 
"Hero TV" é o nome do reality show mais popular do momento, onde vemos um grupo de super heróis combatendo o crime, resgatando civis em perigo e fazendo apresentações espetaculares - tudo isso valendo pontos, que acumulados geram um disputado ranking dos super-heróis, onde o primeiro colocado atinge grande fama, participando de talk-shows e ensaios fotográficos, mas principalmente, arrecadando um bom salário~
 
No meio dessa indústria, Wild Tiger - nome "de guerra" de Kotetsu Kaburagi - é um herói experiente e energético, porém, em decadência no ranking: Como consequência, isso gera uma imagem ruim para seu patrocinador, fazendo com que Wild Tiger viva na pindaíba, até que certo dia ele é comprado por outra empresa, muito maior, que lhe garante até um novo uniforme high-tech... parecia ser a calmaria depois da tempestade, porém, o que Wild Tiger não esperava era que ele fosse colocado como parceiro de outro herói - o novato Barnaby Brooks.
 
Além de parcerias costumarem ser sempre a pedra no sapato dos super-heróis, Barnaby é um herói não-convencional, pois não tem pudor de revelar sua imagem ao público sem máscaras no rosto, além de não utilizar um nome-fantasia, preferindo que seja chamado pelo seu nome verdadeiro. Além de tudo, Barnaby é jovem, belo, comportado e único herdeiro de uma rica família - o total oposto de Wild Tiger, que já é pai de família, desajeitado, impulsivo, e luta não só contra vilões, mas também contra as contas a pagar.
 

 
É nesse sentimento genuinamente brasileiro de não desistir jamais que Wild Tiger tenta engolir a parceria com Barnaby, o qual ele atribui o apelido de "Bunny" pra tirar onda.
O desenrolar desse relacionamento é basicamente do que se trata o anime, pois apesar deles serem heróis e terem que salvar pessoas de grandes ameaças, eles também têm de encarar seus problemas pessoais - não só Wild Tiger e Barnaby, como também os outros heróis que compõem o programa Hero TV: Blue Rose, Sky High, Dragon Kid, Fire Emblem, Rock Bison e Origami Cyclone.
 
Aí está o trunfo do anime, pois é comum aos super-heróis serem vistos como entidades que estão acima de tudo e de todos, mas Tiger & Bunny mostra o lado humano deles, onde nenhum super poder é capaz de ajudar - apesar do anime ser carregado de ação e comédia, ele também sabe dosar o drama, garantindo cenas emocionantes, principalmente durante a segunda metade da série (e aqui eu afirmo que "manly tears" quase foram derramadas no penúltimo episódio).
 
Fora as viradas de roteiro bem elaboradas e o character design tesudo, temos ainda bastante computação gráfica - as vestimentas de quase todos os heróis não são desenhos comuns, mas animações geradas por computador (efeito semelhante ao anime de Iron Man, onde numas poucas cenas ainda são usados desenhos tradicionais, mas nas batalhas o que se vê é uma armadura de CG), o que causa alguma estranheza no começo, mas depois os olhos acostumam.
A trilha-sonora é quase que cinematográfica, porém, os temas de abertura e encerramento são descartáveis (não fosse a animação bonita eu pularia as aberturas).
 
Recomendadérrimo caso você curta uma boa ação e comédias provenientes de clichês... ou caso você goste de yaoi, pois apesar de ser um shounen "worksafe", o fandom não perdoa a relação de marido e mulher entre os protagonistas titulares XD
 

Assista à sequência de abertura:


 

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31/10/2011

Review: Cowboy Bebop - O Filme

Com este review, desejo um ótimo Halloween para todos os leitores do GNO! =D
 

 
Nome Original: カウボーイビバップ天国の扉
Diretor: Shinichiro Watanabe
Elenco: Kouichi Yamadera, Megumi Hayashibara, Tsutomu Isobe
Ano: 2001
Visto em: 29/07/2011
Review contém spoilers? Não
 
Eis aqui o meu primeiro review de um anime em formato longa-metragem. Ele foi exibido durante o Anima Mundi deste ano e eu estava lá para prestigiar o bom som de Yoko Kanno, de quem adoro os trabalhos realizados em trilhas sonoras.
 
Gostaria de deixar claro que eu não tive nenhum contato prévio com Cowboy Bebop, ou seja, eu nunca ví o anime ou lí o mangá, mas confesso que tinha curiosidade, já que é considerado um dos grandes clássicos da animação japonesa.
 
Agora que já estamos a par das considerações, vamos ao review!
 

 
O "Esquadrão Bebop" é um grupo de mercenários dispostos a topar qualquer negócio, contanto que recebam seu ganha-pão.
Compondo o grupo temos Spike Spiegel, - perito em artes marciais, armas de fogo e comando de aeronaves - Faye Valentine, - também pilota, além de ser a beldade em pessoa - Jet Black - o integrante mais velho da trupe, híbrido e sensato - e Ed - uma jovem hacker cheia da molecagem.
 
Tudo começa quando eles decidem ir atrás de um outro hacker que anda causando problemas com rombos de segurança, porém, acabam descobrindo que o verdadeiro buraco está muito mais em baixo, quando o hacker possui ligação com um perigoso terrorista, Vincent Volaju, que ameaça tocar o terror utilizando-se da nanotecnologia para criar um virus letal, assim planejando realizar seu ataque na multidão reunida para a festa do Halloween.
 
No meio disso temos Electra, uma agente especial da polícia, que entrou em ação com o mesmo objetivo - parar Vincent a todo custo - porém, Electra prefere agir só, lutando também contra o grupo de Spike, que descobre que a policial parece conhecer "muito bem" o passado do terrorista.
 

 
E é em torno dessas três forças opostas que gira a história do longa.
Perseguições aéreas, disfarces, investigações, ação e romance - este longa tem de tudo um pouco, mas o melhor (além, é claro, da trilha sonora) é mesmo a qualidade da animação! O combate que Spike realiza é ao melhor estilo "stunt" já consagrado por Jackie Chan: ainda que uma animação, as sequências de ação são fluentes, com movimentos realistas e bem demarcados.
 
Com tanta coisa boa, é certo que houvesse alguma falha...
Depois de tudo o que acontece, o final é o mais prematuro possível - termina e você fica com aquela cara de paisagem tipo "...Ah, já acabou? Assim mesmo?". Não que ficassem assuntos pendentes, longe disso, porém, podiam ter feito uns minutinhos de epílogo que não ia matar ninguém XD
 
Pra quem ainda não sabe, o longa-metragem de Cowboy Bebop foi lançado em DVD no Brasil, trazendo no elenco vozes já conhecidas dos fãs da dublagem, como Guilherme Briggs, Ricardo Schnetzer e Miriam Fischer - vale a pena conferir. Eu tive a oportunidade de assistir as duas dublagens, em japonês e português, e as duas são bem competentes.
 

Assista ao trailer:


 

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23/10/2011

Review: Supercop


 
Nome Original: Police Story 3
Diretor: Stanley Tong
Elenco: Jackie Chan, Michelle Yeoh, Maggie Cheung
Ano: 1992
Visto em: 19/10/2011
Review contém spoilers? Não
 
Acredito que todo verdadeiro fã de Jackie Chan já assistiu à exaustão os dois primeiros filmes da série Police Story na sessão vespertina, mas infelizmente, até onde o Google pode me dizer, o terceiro filme da série nunca foi lançado por estas bandas.
 
Tendo aderido recentemente à modinha do Netflix, me surpreendi ao ver, entre os poucos filmes de Jackie Chan disponíveis até o momento (3), um título que eu desconhecia - era "Supercop", o título americano da terceira parte da saga Police Story!
Mas e aí, "Será que é bom?" ...Acompanhe o review para saber =D
 

 
Depois de botar o dedo nas feridas da sociedade oriental, combatendo malfeitores, desmontando quadrilhas de drogas, e depois disso tudo ainda arrumando tempo para discutir a relação com a namorada, o policial Chan Kakui (Jackie Chan) está de volta a ativa!
 
Após sua impulsividade gerar fama entre as delegacias japonesas, Kakui acabou sendo convidado para ajudar a polícia chinesa, que vem sofrendo com os problemas gerados por um grupo de traficantes. Ao chegar na China, conhece a bela agente Jessica Yang, que além de dominar as artes marciais, faz parte da Interpol.
Os dois ficam encarregados de, sob disfarce, resgatar um homem conhecido como "Pantera" - irmão do poderoso chefão dos traficantes chineses, Chaibat - assim adquirindo a confiança deles para, num momento oportuno, prender todo o bando.
 

 
O plano poderia correr sem qualquer problema, não fosse a presença de uma única pessoa - May. Sim, meus caros, a namorada de Kakui está de volta em Police Story 3, e ela promete destruir os planos dele mais uma vez... ainda que "sem querer, querendo" =P
 
Além de May, o tio Bill também marca sua hilária presença nesta continuação. Junto com o retorno desses personagens, temos outras características marcantes da série Police Story: as explosões gigantescas e as lutas realizadas em locais perigosos, como topos de prédios e veículos em movimento.
Mas o destaque do filme certamente é a nova personagem, interpretada por Michelle Yeoh - a agente Yang consegue ser tão ágil quanto Kakui, ajudando-o nas batalhas e quase roubando a cena sempre que entra em ação! É importante notar que Michelle, assim como Jackie, também dispensa o uso de dublês - suas lutas são igualmente reais, fazendo com que Police Story 3 siga o padrão de ação desenfreada da série.
 
A única coisa que o filme fica devendo é realmente o ineditismo no Brasil, ou seja, ele não possui dublagem - quem já se acostumou a ouvir as frases de moral de Chan Kakui, proferidas pela poderosa voz de Ricardo Schnetzer, certamente vai sentir saudades.
Apesar disso, Police Story 3 não deixa de ser um filme imperdível pra quem já viu os outros da série. Porém, meu favorito ainda é e sempre será o New Police Story =D
 

Assista ao trailer:


 

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30/08/2011

Berserk: novivades sobre o longa reveladas

Finalmente

Depois de muito tempo sem notícias sobre o novo anime de Berserk, eis que a Young Animal (que publica Berserk no Japão) trouxe novidades.
Berserk não ganhara apenas um filme (como falamos aqui) e sim uma trilogia que irá adaptar os volumes 3 a 13 do mangá – o arco The Golden Age.

Berserk Ogon Jidai-Hen I: Hao no Tamago chega aos cinemas japas em janeiro de 2012 e contará com o character design de Naoyuki Onda, responsável pelo visual dos personagens do anime Gantz (exibido por aqui via Animax). Já a trilha sonora terá supervisão de Susumu Hirasawa, que cuidou da trilha do anime na série de 1997. Toshiyuki Kubooka encabeça a direção produzida pelo Studio 4º C e distribuida pela Warner Bros japa.

No site oficial, é possível assistir ao trailer e conferir alguns dos fantásticos cenários que serão utilizados na animação.

Fonte: JBox
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29/08/2011

Review: Samurai 7


 
Nome Original: サムライ7
Produção: Gonzo
Elenco: Masaki Terasoma, Paku Romi, Miki Shinichiro, ...
Ano: 2004
Visto: 26 episódios (inteiro)
Episódio favorito: 14
Review contém spoilers? Sim
 
Samurai 7 é um anime inspirado no clássico de Akira Kurosawa (Seven Samurai, filme de 1954). Digo "inspirado" apenas, porque aqui muitas coisas foram modernizadas... talvez para apelar à um público maior.
 
Aviso que este anime é mais uma daquelas famosas "pegadinhas do mallandro", onde o primeiro episódio é bem desenhado, mas os subsequentes sofrem de desenhos ruins na maioria das cenas onde há ação. Inclui-se também reuso de animações, além de que a animação de abertura só se torna definitiva após alguns episódios (eles usam cenas dos próprios episódios nas primeiras aberturas).
 
Mas nem por isso o anime é ruim, muito pelo contrário, eu gostei do que ví. As cenas de ação, apesar de escassas, quando acontecem são muito boas. O departamento sonoro recebe o maior mérito aqui, pois não só a trilha é excelente (composta com instrumentos eruditos "japoneses", como taiko e koto), como também o cast reune seiyuus que conseguem transmitir todo o drama do anime com boa atuação.
Vale lembrar que o anime possui versão brasileira, que também conta com profissionais tarimbados como Tatá Guarnieri e Leonardo Camilo, mas a versão que eu assisti foi a japonesa.
 

 
Tudo começa quando os moradores do vilarejo de Kanna resolvem criar um plano para aniquilar os Nobuseris - mechas que retornam periódicamente ao vilarejo para roubar-lhes toda produção de arroz. É aí que três dos camponeses partem em uma viagem - são eles a sacerdotisa Kirara, sua irmã menor, Komachi, e o fiel escudeiro Rikichi - com o objetivo de recrutar um grupo de samurais capazes de lutar contra os Nobuseris e defender sua vila.
 
Entre os samurais, os destaques certamente estão em Kanbe e Katsushiro:
Kanbe Shimada é um experiente guerreiro que já participou de muitas guerras, mas também já viu muitas derrotas, se auto-proclamando um samurai mal sucedido. Ele topa entrar para o grupo de samurais por considerar a luta contra os gigantes Nobuseris algo desafiador, além, é claro, de ajudar quem precisa, mesmo sabendo que não receberá nenhuma recompensa.
Já Katsushiro Okamoto é um samurai "de primeira viagem". Totalmente inexperiente e nunca matou outra pessoa, ele é sincero e determinado. Aceita entrar no grupo para adquirir experiência no campo de batalha, além de ver em Kanbe um "sensei" que pode ajudá-lo a melhorar seu estilo de ataque.
 
Mas o que é que esses dois samurais tão distintos têm em comum? Como toda boa história de ação e aventura, é claro que sempre há o amor pra atrapalhar os heróis nas horas críticas...
Enquanto Katsushiro é apaixonado por Kirara, o coração da sacerdotisa bate mais forte é por toda fodeza de Kanbe, que por sua vez parece não estar interessado em se relacionar com ninguém, justamente por causa de seu passado tão maculado.
 

 
A partir daí acontecem duas grandes batalhas, outras lutinhas menores, e muito, mas muito drama (adoro~), incluindo aí a morte de muita gente...
Sim, caro leitor, esteja preparado para chorar mágoas pelo seu personagem favorito - e tenha certeza que haverão favoritos (assim no plural mesmo), pois é difícil não gostar ou se identificar com algum dos samurais, que apesar de "fantásticos", todos possuem seus próprios sentimentos e defeitos.
 
É verdade que, apesar de uma roupagem moderninha, Samurai 7 não deixa de dizer apenas a mais pura verdade da vida - tudo não passa de um golpe político e, independente dos esforços coletivos, o final é o mais troncho possível.
 
É bom? Sim.
Melhor que Hakuouki? Sem sombra de dúvidas!
Melhor que Rurouni Kenshin? Talvez, mas a sua quilometragem pode variar.
 

Assista à abertura:


 

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Shiki

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29/07/2011

Novas Informações da versão Console de KOF XIII + Site


Quem fizer a pré-compra do game, além dos 4 CDs com a trilha sonora do game, receberá um personagem adicional: uma versão de Iori com os poderes orochi.


A SNK também revelou os vários modos de The King of Fighters XIII. Os jogadores podem aproveitar o Story Mode, o Online, completar missões (Survival, Time Attack e Trial), Tutorial, Arcade, Practice, Replay, Gallery e Customize (Sim não terão DLC cachorros só pra isso).

De Bonus o Site oficial da Atlus foi inaugurado com informações para quem quiser ver segue o link
Mais imagens na Fonte

The King of Fighters XIII está previsto para 25 de Outubro nas Americas e dia 27 no Japão.

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01/07/2011

KOF XIII: Novas imagens de Billy + Cenarios extras



Conforme SNKP's Matsushita, a versão console de KOF XIII trará antigos stages da famosa franquia todos redesenhados em HD.
O primeiro que nos foi revelado é o cenário do Pao Pao Cafe: AQUI

O Blog do KOF XIII também foi atualizado com o seguinte:
"Nós revelamos novas informações sobre a versão console, data de lançamento, preço e que Billy será adicionado. Hoje apenas uma parte foi revelada, mais detalhes serão revelados em breve.

Haverá um personagem para download como bônus de pré-venda. Qual personagem que poderia ser..."

Edit: Página oficial japonesa atualizada AQUI

Veja mais imagens no post completo ou AQUI


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28/06/2011

KOF XIII: Billy Kane personagem exclusivo da versão console


A última edição da Famitsu confirmou que KOF XIII será lançado dia 27 de Outubro no Japão para PS3 e XBOX 360. Também que Billy Kane (personagem que ao menos já constava no disco do KOF XII) será um personagem exclusivo da versão console.

É torcer para que mais personagens venham!

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14/06/2011

Os Vingadores (filme) - arte conceitual

Um "pôster" do filme surgiu na internet, e aparentemente é verdadeiro, pois foi exposto no evento Licensing International Expo.
OLHA SÓ ESSA LOUCURA ABAIXO!!
O que acharam? É só uma foto ruim de um desenho, mas dá pra notar as mudanças!
Uniforme do Capitão América já diferente do seu filme, o mesmo com o Homem de Ferro e vemos também o Gavião Arqueiro usando um uniforme muito semelhante à sua versão Ultimate! Assim que surgir em qualidade melhor, postarei aqui este pôster!
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09/06/2011

KOF XIII: "Confirmado" para Outubro e produtor fala sobre o netcode


Pode ser que teremos mais cenários?

Parece que a data oficial é mesmo dia 25 de Outubro!
Pois o site DreamCancel entrou em contato com a Atlus através de e-mail e a Atlus confirmou que KOF XIII será realmente lançado no dia 25 de Outubro no valor der $49.99.

Mensagem postada no site DreamCancel:
I just received an email from Atlus confirming that they are publishing KOF XIII on October 25, 2011. The gamer will cost $49.99. The wait is almost over!

Também o produtor Yoshinobu Matsushita confirmou no seu Twiiter que KOF XIII terá um excelente netcode.

"We have collected all our development resources to KOFXIII to provide buffed-up game content and pleasant online play."

"The development (team) knows what's needed and is aiming for it: a fun fighting game, with good online play, and elements for the home console."

O que nos resta agora é esperar (como se já estivéssemos fazendo isso a algum tempo xD).
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