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16/02/2012

~Melhores de 2011 - Tiger & Bunny~


"Meu nome não é Bunny! É Barnaby!"



Uma animação da Sunrise, a mesma de Gundam e Code Geass, ela se passa na fictícia cidade de Sternbild, em um mundo aonde existe seres humanos especiais denominados "NEXT" que são dotados de super poderes. Todo ano é feito um programa com "super-heróis" patrocinados chamado "Hero TV", salvando pessoas e prendendo criminosos para ganhar pontos tudo em um formato de Reality Show.

Centrado estão dois heróis: um pai de meia-idade chamado Kotetsu, estando em uma crise por não ver muito sua filha e sua empresa patrocinadora estar mal das pernas visto o prejuizo com as ações exageradas do herói, e um jovem loiro nomeado Barnaby que entra para o ramo de super-heróis com seu próprio nome, para assim pôr em prática a sua busca pelo assasino de seus pais.

As vidas de ambos mudam quando são contratados para formarem uma dupla dinâmica...




"Obrigado e...OBRIGADO!"


Tiger & Bunny tem uma premissa inicial muito interessante e que foi pouco explorada nos quadrinhos norte-americanos: como os supers se mantém no ramo causando tanto estrago? Como se mantém financeiramente sem ter uma vida dupla agitada como Pedro Prado? Citado anteriormente, isso é explorado como os heróis sendo nada mais que pessoas com características especiais sendo filmados para um show de "polícia e ladrão" por uma competição de pontos, há heróis patrocinados pela pepsi, outro pela bandai, citybank...algumas marcas você vai reconhecer, outras são mais voltadas para o público japonês, ainda sim você entende o conceito.

Isso poderia ser apenas uma "firula" de propaganda dentro de um anime que alguns poderiam achar forçado, mas deixa mais "realista" a questão de "o que é ser um herói?". As pessoas ainda podem ser heróicas mesmo estando debaixo de uma armadura contendo uma marca? É considerado um herói mesmo que esteja atrás de pontos para se manter no "sistema"? Tiger & Bunny não tenta ter um foco exclusivamente nisso mas consegue casar esse tipo de idéia tão bem quanto o restante que a série apresenta.


Se você gostava de coca-cola, perdão, vai comprar Pepsi a partir de agora.


O ritmo da história é bem feito, até você curtindo histórias que poderiam ser consideradas "fillers", com a única pequena crítica que a transição da "primeira" para a "segunda" fase do anime ser meio repentina mas isso não tira o brilho geral do anime. Kotetsu e Barnaby são os mais explorados (eles são os personagens títulos claro) e sem parecer irritante como em alguns animes, torcendo para que ambos consigam passar pelos seus próprios problemas, mesmo assim os outros personagens tem seu desenvolvimento como a heróina Karina e seu alter-ego Blue Rose. Alguns personagens tiveram pouquíssimo foco como Fire Emblem, Rock Bison e pessoal de estúdio e laboratório da Apollon, porém ainda há "chance" desses personagens (e ainda mais dos já feitos) terem mais construção de seus personagens e personalidades na segunda temporada.

As animações e traços são bonitos e interessantes, sem apelar para um apelo sensual ou "moe" entre os personagens (apesar de ser presente, sem ser tão obvio), é evidente o "amor" da série pelas fujioshis (escrevi certo?), isso é bastante presente no fandom mas em tiger and bunny não é esse "yaoi fest" como as mais fervorosas mostram. As armaduras em 3D parecem estranhas de inicio (lembra o tokusatsu CyberCop não?) mas vendo o anime você se acostuma e até consegue curtir o design das mesmas, há algumas reutilizações de poses e golpes mas é bem pouco perceptível, e alguns momentos QUALITYS de animação são poucos notados se curtir a história, eu mesmo só fui notar as diferenças quando saiu comparações da versão TV para Blu-ray, com algumas sendo superior a versão TV estranhamente...


"TIGER AND BUNNY, OVER AND OUT!"[/Narrador do Maximum Impact]


Em efeitos sonoros e músicas fazem bem seu papel, toda composição está no seu lugar certo e trazem mais vida e emoção em todas as cenas, que sejam de ação, tristeza ou comédia. O número de episódios é o número certo que o anime devia ter tido mesmo, com poucos episódios sendo "abaixo de ótimo", com pouca coisa sendo negativa como o final meio repentino na série, mas isso pode ser apenas uma opinião minha.

TL;DR - Ótima animação envolvendo super-heróis de uma forma criativa e com bons roteiros e episódios, um gama de personagens diversificados e que mesmo tendo pontas para uma segunda temporada ainda sim se segura bem por si só, além de lutas e armaduras legais, um anime imperdível.

LETS BELIEVE HEROES, e falta apenas mais um anime que consideraria outro melhor de 2011, e quem saiba eu fale de jogos...

See Ya!

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11/12/2011

Persona 4 The Animation Single OP&ED/ -Reincarnation-

Título do CD:
「Persona4 The Animation OP&ED」「skys the limit - Beauty of Destiny」

Compositor: Meguro Shoji
Lançamento: 23-11-2011
Numero de Catalogo BD: ANZX-6841~6842
Distribuidora: Aniplex

Tamanho: (.rar: 44,7MB)

Mirrors:
Download Megaupload

Senha: "gno2" sem aspas


Título do CD:
Never More -Reincarnation PERSONA4-

Compositor: Meguro Shoji
Lançamento: 26-10-2011
Numero de Catalogo: SVWC-7792
Distribuidora: Aniplex

Tamanho: (.rar: 99,6MB)
Mirrors:
Download Megaupload
Senha: "gno2" sem aspas


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07/11/2011

Review: Gosick


 
Nome Original: ゴシック
Produção: Bones
Elenco: Aoi Yuki, Takuya Eguchi, Hidenobu Kiuchi, ...
Ano: 2011
Visto: 24 episódios (inteiro)
Episódio favorito: 11
Review contém spoilers? Sim
 
Gosick foi baseado numa série de livros escritos desde 2003 por Kazuki Sakuraba com ilustrações de Hinata Takeda - tal série terminou sua publicação agora no final de Julho deste ano.
Muito antes do anime, em Abril de 2006, foi lançado um Drama CD com dubladores diferentes do elenco presente no anime.
Já em Dezembro de 2007 iniciou-se a serialização de um mangá, também escrito por Kazuki, mas desenhado por Sakuya Amano, atualmente ainda em publicação na revista Monthly Dragon Age.
O anime, portanto, é a mídia mais recente, exibido de Janeiro até Julho deste ano, animado de forma belíssima pelo estúdio Bones - são poucos os episódios onde se notam desenhos menos caprichados.
 
Antes de estrear, lembro bem que dizia-se que este anime era para ser uma espécie de "Sherlock Holmes de saia rendada"... antes fosse - a única coisa que tem a ver é que temos aqui uma dupla, onde um personagem é inteligente e o outro é um faz-tudo, e eles dois acabam se envolvendo numa série de casos de solução engenhosa, portanto, não se engane achando que há muitas semelhanças.
 
Tirando esta consideração do caminho, agora sim, vamos ao review.
 

 
1924. Num pequenino país fictíceo da Europa chamado de Sauville Saubure existe um colégio entitulado Saint Marguerite Magrid, cujo acervo de livros é tão vasto que sua biblioteca é uma grande torre - no alto desta torre há um jardim, e este é o local preferido de Victorique Victorica, uma bela jovem de longos cabelos loiros, dotada de incrível inteligência, que sempre se veste como uma lolita gótica boneca.
Quando Kujo - um japonês que foi estudar na Europa - se encontra com Victorica, ele logo se apaixona por ela, a ponto de atender a tudo o que ela pede: Geralmente são doces, mas Victorica também gosta que lhe arrumem casos complicados para resolver - coisa que seu irmão, o também loiro e belo Greville Grevil, sempre lhe traz, pois apesar de trabalhar como inspetor de polícia, ele possui péssima dedução, e assim como Kujo, Grevil também não passa de um grande pau mandado.
 
E aí o trio passa por uma série de casos que duram de 1 a 3 episódios.
 
Só que mais ou menos no meio da série somos apresentados aos personagens que dão fundamento à história, tornando o anime menos episódico e bem mais dramático, com maior incidência de cenas fodézimas e diálogos de moral.
O anime se passa num período aproximado de 5 anos, misturando ficção com fatos históricos, culminando numa grande guerra envolvendo diversos países, assim instaurando terror em Saubure.
 

 
Como deu pra reparar, a história tá cheia de nomes extrangeiros cuja pronúncia e romanização é duvidosa, por isso sempre citei mais de um - há discrepâncias na grafia entre o que se vê no anime e os encartes do Drama CD.
 
No aspecto técnico, Gosick é excelente, trazendo boa interpretação, animação e trilha-sonora.
O que me entristeceu foi o fato de que a história fica cada vez melhor até o finalzinho do episódio 22, pra daí Gosick morrer na praia: Nos dois últimos a bola não cai - a bola literalmente despenca, como se fosse derrubada lá do topo da torre de Victorica. O final do anime é extremamente forçado, drogado e abrupto, acabando sem resolver o problema que mais me incomodou durante toda a série: Kujo continua sendo um banana.
 
Até o momento da redação deste review, ainda não lí os livros e nem o mangá - não sei se o final dessas mídias é diferente, mas acho difícil saciar a vontade que eu tinha de alguém matar o Kujo... mas pelo menos eu sei que o topete do Grevil continua causando sensações por onde passa =3
 
Vale a pena assistir? Definitivamente, pois o andar da carruagem é bem proveitoso, porém, esteja preparado para o final troncho e não crie qualquer expectativa - até a própria Victorica acaba ficando com os cabelos brancos com tanta merda acontecendo ao mesmo tempo.
 

Assista ao vídeo promocional:


 

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31/10/2011

Review: Cowboy Bebop - O Filme

Com este review, desejo um ótimo Halloween para todos os leitores do GNO! =D
 

 
Nome Original: カウボーイビバップ天国の扉
Diretor: Shinichiro Watanabe
Elenco: Kouichi Yamadera, Megumi Hayashibara, Tsutomu Isobe
Ano: 2001
Visto em: 29/07/2011
Review contém spoilers? Não
 
Eis aqui o meu primeiro review de um anime em formato longa-metragem. Ele foi exibido durante o Anima Mundi deste ano e eu estava lá para prestigiar o bom som de Yoko Kanno, de quem adoro os trabalhos realizados em trilhas sonoras.
 
Gostaria de deixar claro que eu não tive nenhum contato prévio com Cowboy Bebop, ou seja, eu nunca ví o anime ou lí o mangá, mas confesso que tinha curiosidade, já que é considerado um dos grandes clássicos da animação japonesa.
 
Agora que já estamos a par das considerações, vamos ao review!
 

 
O "Esquadrão Bebop" é um grupo de mercenários dispostos a topar qualquer negócio, contanto que recebam seu ganha-pão.
Compondo o grupo temos Spike Spiegel, - perito em artes marciais, armas de fogo e comando de aeronaves - Faye Valentine, - também pilota, além de ser a beldade em pessoa - Jet Black - o integrante mais velho da trupe, híbrido e sensato - e Ed - uma jovem hacker cheia da molecagem.
 
Tudo começa quando eles decidem ir atrás de um outro hacker que anda causando problemas com rombos de segurança, porém, acabam descobrindo que o verdadeiro buraco está muito mais em baixo, quando o hacker possui ligação com um perigoso terrorista, Vincent Volaju, que ameaça tocar o terror utilizando-se da nanotecnologia para criar um virus letal, assim planejando realizar seu ataque na multidão reunida para a festa do Halloween.
 
No meio disso temos Electra, uma agente especial da polícia, que entrou em ação com o mesmo objetivo - parar Vincent a todo custo - porém, Electra prefere agir só, lutando também contra o grupo de Spike, que descobre que a policial parece conhecer "muito bem" o passado do terrorista.
 

 
E é em torno dessas três forças opostas que gira a história do longa.
Perseguições aéreas, disfarces, investigações, ação e romance - este longa tem de tudo um pouco, mas o melhor (além, é claro, da trilha sonora) é mesmo a qualidade da animação! O combate que Spike realiza é ao melhor estilo "stunt" já consagrado por Jackie Chan: ainda que uma animação, as sequências de ação são fluentes, com movimentos realistas e bem demarcados.
 
Com tanta coisa boa, é certo que houvesse alguma falha...
Depois de tudo o que acontece, o final é o mais prematuro possível - termina e você fica com aquela cara de paisagem tipo "...Ah, já acabou? Assim mesmo?". Não que ficassem assuntos pendentes, longe disso, porém, podiam ter feito uns minutinhos de epílogo que não ia matar ninguém XD
 
Pra quem ainda não sabe, o longa-metragem de Cowboy Bebop foi lançado em DVD no Brasil, trazendo no elenco vozes já conhecidas dos fãs da dublagem, como Guilherme Briggs, Ricardo Schnetzer e Miriam Fischer - vale a pena conferir. Eu tive a oportunidade de assistir as duas dublagens, em japonês e português, e as duas são bem competentes.
 

Assista ao trailer:


 

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Contra o Tempo
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27/10/2011

Review: Saber Marionette R


 
Nome Original: セイバーマリオネットR
Produção: Bandai Visual, Movic
Elenco: Megumi Hayashibara, Yuka Imai, Hikaru Midorikawa, ...
Ano: 1995
Visto: 3 episódios (inteiro)
Episódio favorito: 2
Review contém spoilers? Não
 
Já que ultimamente tenho visto algumas ficções sobre andróides, resolvi assistir a este OVA que há muito estava na minha fila de animes que gostaria de ver - ainda pretendo assistir às outras séries de Saber Marionette, assim como ler o mangá, porém, fica pra um futuro distante, porque segundo fonte confiável, a fase R é a melhor.
 
Saber Marionette R foi o primeiro anime do universo Saber Marionette originalmente concebido por Satoru Akahori. Os três episódios foram lançados em LaserDisc no Japão durante o ano de 1995 - eles compõem uma história fechada que se passa num futuro distante da série J.
 
Antes do review, um aviso: Este anime contém cenas de nudez parcial e temas sugestivos, sendo assim recomendado só pra quem é caveira - o moleque que não veste farda preta deve procurar outros animes.
 

 
No pacato reino de Britannia Romana, Junior é candidato a sucessor do trono - o outro candidato, Scarface Star Face, irmão mais velho de Junior, se encontrava detido em prisão, porém, logo Face é resgatado pela sua tropa de marionetes especiais chamadas Sexadolls (que óbviamente não servem apenas para dominar o mundo), então jurando vingança à toda Romana, incluindo, é claro, matar seu irmão e seu pai para se tornar Rei.
 
Mas Junior supostamente não corre perigo, pois em sua compania estão Lime e Cherry, duas marionetes desenvolvidas com um circuito especial similar a um coração humano, lhes permitindo tomar decisões por conta própria e sentir emoções - tal circuito também possui um poder oculto que só se revela quando as marionetes se encontram em perigo.
 
Não demora muito e Face consegue tomar poder sobre Romana ao atacar o atual Rei - que antes da coisa ficar feia ordena à sua marionete, Bloodberry, que proteja seu filho Junior. Bloodberry, que também possui tal circuito excepcional, se une às outras duas marionetes, que junto de Junior fogem de Romana para elaborar um plano de contra-ataque ao Face e seu esquadrão de marionetes fatais.
 

 
Isso praticamente já resume o primeiro episódio, pois é difícil falar de uma série tão curta, mas é claro que ainda há muita história para ser contada.
 
A trilha sonora é muito boa e casa certinho com os momentos do anime. A animação, apesar de ser de 95, dá banho em muito anime de hoje em dia - falando nisso, a história é excepcionalmente bem contada em tão pouco tempo, quando hoje temos animes que não conseguem dizer nada com nada em mais de 20 episódios.
 
Boatos apontam que o autor planejou uma continuação para a fase R, mas tal continuação nunca chegou a se concretizar, o que é realmente uma pena, pois quando chega no final dá gosto de "quero mais".
Nota-se que o universo de Saber Marionette R é vasto e possui diversos conceitos inexplorados em apenas 3 episódios. É uma pena que a série J, apesar de seguir o conceito, não continua esta história.
 
Vale lembrar que o anime foi exibido no Brasil através algum canal a cabo que atualmente se encontra em extinção - se souber procurar, é capaz que encontre a versão dublada, que contém bons profissionais no elenco, como Márcia Regina, Fátima Noya e Afonso Amajones.
 

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Casshern Sins
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23/10/2011

Review: Casshern Sins


 
Nome Original: キャシャーン Sins
Produção: Madhouse
Elenco: Toru Furuya, Mami Koyama, Toshiyuki Morikawa, ...
Ano: 2008
Visto: 24 episódios (inteiro)
Episódio favorito: 3
Review contém spoilers? Não
 
Esta é uma versão/Restart/reboot/releitura moderna da série original, Shinzo Ningen Casshern, com 35 episódios produzidos pelo estúdio Tatsunoko Productions. Sins foi concebido pelo (um dia já) competente estúdio Madhouse e sua exibição no Japão se extendeu do final de 2008 até o começo de 2009.
 
Apesar do esperado padrão de qualidade Madhouse... Casshern Sins sofre do mesmo mal de Evangelion - todo o orçamento do anime foi destinado às cenas de ação, e qualquer coisa que não seja lutinha é plano fixo, geralmente focando nas costas ou cintura de alguém, pra evitar animar a boca. Como se isso já não bastasse, parece que acharam legal aplicar um gaussian blur em toda a série, ou seja, não é a compressão do seu vídeo que está ruim: a imagem é nublada assim mesmo.
 

 
Num mundo onde os andróides conseguiram se estabelecer como raça predominante, Caxiãnn Casshern é tido por muitos como a própria morte: quem cruzar seu caminho certamente não sairá vivo do embate. Só que certa vez Casshern acabou matando a pessoa errada - Luna, o próprio "Sol chamado de Lua" - uma jovem que emana vida. Após sua morte, o mundo mudou drasticamente, trazendo uma "doença" que deteriora os andróides, assim ameaçando sua suposta vida eterna.
 
Mas Casshern é um estranho no ninho - ele é belo, esguio, ágil, poderoso, exímio lutador... e invencível. Se algo consegue viver o bastante para ferí-lo, não é problema, pois seu corpo se auto-regenera num instante.
Mas então o que é capaz de impôr ameaça a um ser tão perfeito como ele? Ora, uma mulher, é claro!
Quando a pequena Ringo se encontra com Casshern, inocente, começa a questioná-lo sobre coisas bobas que ele nunca antes havia pensado. Outra andróide, Lyuze, também se aproxima dele, o fazendo indagar ainda mais sobre a razão de sua existência.
 
E em meio à sua jornada pelo mundo, Casshern se choca com dois iguais, Dio e Leda, ambos belos e mortais: a dupla está disposta a encontrar uma forma de eliminar Casshern definitivamente, para que possam estabelecer sua superioridade.
 

 
Consegue saber pra onde vai essa coisa toda? Nem eu. Na verdade o anime dá tantas voltas e pontos sem nó que é melhor desligar o cérebro pra assistir.
 
O importante é que todos vêem no Casshern um objeto de desejo, graças a sua imortalidade e suposta perfeição, então sempre há algum maluco cruzando seu caminho, por mais que Casshern não esteje a fim de matar.
E aí acontecem as lutas no decorrer dos episódios - os saltos acrobáticos que o Casshern faz são belíssimos, graciosos, de tamanha sutileza e precisão... enche os olhos e faz com que você aguarde anciosamente pela próxima batalha.
 
Além disso, adorei as tiradas filosóficas, pois afinal, de que os andróides têm medo? Eles não possuem alma, não são seres biológicamente vivos, portanto, não deveriam temer a morte, pois não possuem uma vida para perder...
 
No final das contas, Casshern Sins "é só apenas isso": um anime bonito de assistir. A fotografia é linda. Mas fica nisso, pois a trilha sonora não é tão bela quanto os desenhos, e algumas cenas são tão paradas que eu sempre acabava ficando com sono quando assistia.
 
Recomendado apenas se você curte cenas de ação ou histórias de andróides - eu ainda prefiro Astro Boy (a também moderna versão de 2003).
 

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Uta no Prince-sama - Maji Love 1000%
Samurai 7
Shiki

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18/10/2011

Review: Uta no Prince-sama - Maji Love 1000%


 
Nome Original: うたの☆プリンスさまっ♪ マジLOVE1000%
Produção: A-1 Pictures
Elenco: Mamoru Miyano, Kisho Taniyama, Norio Wakamoto, ...
Ano: 2011
Visto: 13 episódios (inteiro)
Episódio favorito: 5
Review contém spoilers? Não
 
Uta no Prince-sama começou ainda no ano passado como uma visual novel para PSP. A partir daí, o mundo continuaria o mesmo não fosse um fator imprescindível para o sucesso deste título: marketing.
 
Sim, "UtaPri", como é conhecida a franquia, teve uma campanha de mestre ao saber dar valor à palavra chave, que é a música. Cada personagem principal tem o seu próprio tema, cantado por eles - os seiyuus mais populares do Japão na atualidade - e nada melhor que vender um single por personagem, ou seja, multiplicando o valor discográfico por 7!
 
E depois que UtaPri decolou, meus amigos, aí ninguém segurou - foram lançados mais três jogos, e outros dois se encontram em produção, um com lançamento ainda este ano e o outro previsto para o começo de 2012, tudo para PSP.
Com a série num único sistema, como angariar mais fãs? É claro, fazendo um anime!
 

 
Haruka Nanami morava no interior e aprendeu a tocar piano com sua avó desde criança. Quando decide entrar para o Saotome Gakuen - colégio onde são formados artistas musicais - Haruka enfrenta os "perigos" da cidade grande para almejar seu grande sonho - se tornar compositora de Hayato, famoso ídolo da música pop, de quem Haruka é uma grande fã.
 
No colégio dos "ídolos", Haruka conhece seis belos e jovens músicos: na classe A, a mesma sala de Haruka, estão Otoya Ittoki (violão), Masato Hijirikawa (piano) e Natsuki Shinomiya (violino); já na classe S (destinada aos caveiras de maior talento) temos Tokiya Ichinose (vocal), Ren Jinguji (saxofone) e Sho Kurusu (violino).
 
Para se formar no Saotome Gakuen, o trabalho de conclusão de curso envolve a realização de uma apresentação musical formada por duplas de compositor e artista, ou seja, até o final do ano Haruka precisa escolher uma pessoa com quem ela gostaria de se apresentar. Aí você pensa "É só ela escolher o cara que ela gostar mais! =D" Engano seu! A regra número um do colégio estabelece que é terminantemente proibido o namoro!
Partindo desse princípio, tudo correria sem problemas, já que Haruka quer compôr pro Hayato, que não tem qualquer vínculo com o colégio... porém, Haruka é uma garota que veio do interior, extremamente sincera e muito prestativa, que acaba interferindo nas vidas daqueles "seis belos e jovens músicos" - são os corações deles que ficam abalados...
 

 
Como se dará o desfecho dessa "novela mexicana", só vendo pra crer. Mas posso adiantar que foram muito engenhosos em desenvolver um final para o anime que não agride as fãs da visual novel original.
Faço uma pequena observação pra quem não conhece o esquema: As visual novels são RPGs onde mais de um final é possível. Sendo assim, é costumeiro numa adaptação, para anime ou outra mídia linear, que se escolha apenas um final - aí se favorecer só um dos personagens, fãs dos outros vão ficar frustrados, mas se fizer um final alternativo há a chance de criar buracos na história, então causando a ira geral.
 
Sendo uma grande amante de música, confesso que UtaPri me pegou de jeito, pois além da OST - tanto do anime quanto dos jogos - ser belíssimamente composta pelo grupo Elements Garden, as visual novels trazem consigo minigames de música semelhantes a outra de minhas paixões: Taiko no Tatsujin. E parece que o sucesso desse minigame foi tão grande que o próximo UtaPri será exclusivamente um jogo de música, sem a parte de RPG (obrigatória para destravar as músicas no game original), ou seja, deleite total para meus dedos e ouvidos =D
 
Agora voltando a falar do anime pra encerrar o review... foi bom, sim, mas senti que o tempo dos 13 episódios foi muito mal aproveitado. É verdade que eu não gosto de momentos "nonsense", e em UtaPri esse é um fator que está sempre presente sabe-se lá por que...
Outra observação é que, enquanto os episódios perto do final da série deram um enfoque enorme ao Tokiya (que afinal, deveria ser só mais um entre os 6 principais), outros personagens cheios de histórias para contar foram deixados de lado a série inteira - aqui me refiro ao Cecil (no jogo é personagem secreto) e aos profesores (nos jogos subsequentes tiveram suas próprias rotas), que apesar de terem seus pequenos momentos, não tiveram suas histórias exploradas durante o anime.
 
Dito isso, acredito que o anime de UtaPri teria sido muito mais feliz se fosse concebido como um anime "completo", acima de 20 episódios, e não como "meia temporada", como é modinha atualmente - outro anime semelhante, La Corda D'oro, desenvolveu muito melhor os seus personagens ao longo de 25 episódios.
 

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Samurai 7
Shiki

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29/08/2011

Review: Samurai 7


 
Nome Original: サムライ7
Produção: Gonzo
Elenco: Masaki Terasoma, Paku Romi, Miki Shinichiro, ...
Ano: 2004
Visto: 26 episódios (inteiro)
Episódio favorito: 14
Review contém spoilers? Sim
 
Samurai 7 é um anime inspirado no clássico de Akira Kurosawa (Seven Samurai, filme de 1954). Digo "inspirado" apenas, porque aqui muitas coisas foram modernizadas... talvez para apelar à um público maior.
 
Aviso que este anime é mais uma daquelas famosas "pegadinhas do mallandro", onde o primeiro episódio é bem desenhado, mas os subsequentes sofrem de desenhos ruins na maioria das cenas onde há ação. Inclui-se também reuso de animações, além de que a animação de abertura só se torna definitiva após alguns episódios (eles usam cenas dos próprios episódios nas primeiras aberturas).
 
Mas nem por isso o anime é ruim, muito pelo contrário, eu gostei do que ví. As cenas de ação, apesar de escassas, quando acontecem são muito boas. O departamento sonoro recebe o maior mérito aqui, pois não só a trilha é excelente (composta com instrumentos eruditos "japoneses", como taiko e koto), como também o cast reune seiyuus que conseguem transmitir todo o drama do anime com boa atuação.
Vale lembrar que o anime possui versão brasileira, que também conta com profissionais tarimbados como Tatá Guarnieri e Leonardo Camilo, mas a versão que eu assisti foi a japonesa.
 

 
Tudo começa quando os moradores do vilarejo de Kanna resolvem criar um plano para aniquilar os Nobuseris - mechas que retornam periódicamente ao vilarejo para roubar-lhes toda produção de arroz. É aí que três dos camponeses partem em uma viagem - são eles a sacerdotisa Kirara, sua irmã menor, Komachi, e o fiel escudeiro Rikichi - com o objetivo de recrutar um grupo de samurais capazes de lutar contra os Nobuseris e defender sua vila.
 
Entre os samurais, os destaques certamente estão em Kanbe e Katsushiro:
Kanbe Shimada é um experiente guerreiro que já participou de muitas guerras, mas também já viu muitas derrotas, se auto-proclamando um samurai mal sucedido. Ele topa entrar para o grupo de samurais por considerar a luta contra os gigantes Nobuseris algo desafiador, além, é claro, de ajudar quem precisa, mesmo sabendo que não receberá nenhuma recompensa.
Já Katsushiro Okamoto é um samurai "de primeira viagem". Totalmente inexperiente e nunca matou outra pessoa, ele é sincero e determinado. Aceita entrar no grupo para adquirir experiência no campo de batalha, além de ver em Kanbe um "sensei" que pode ajudá-lo a melhorar seu estilo de ataque.
 
Mas o que é que esses dois samurais tão distintos têm em comum? Como toda boa história de ação e aventura, é claro que sempre há o amor pra atrapalhar os heróis nas horas críticas...
Enquanto Katsushiro é apaixonado por Kirara, o coração da sacerdotisa bate mais forte é por toda fodeza de Kanbe, que por sua vez parece não estar interessado em se relacionar com ninguém, justamente por causa de seu passado tão maculado.
 

 
A partir daí acontecem duas grandes batalhas, outras lutinhas menores, e muito, mas muito drama (adoro~), incluindo aí a morte de muita gente...
Sim, caro leitor, esteja preparado para chorar mágoas pelo seu personagem favorito - e tenha certeza que haverão favoritos (assim no plural mesmo), pois é difícil não gostar ou se identificar com algum dos samurais, que apesar de "fantásticos", todos possuem seus próprios sentimentos e defeitos.
 
É verdade que, apesar de uma roupagem moderninha, Samurai 7 não deixa de dizer apenas a mais pura verdade da vida - tudo não passa de um golpe político e, independente dos esforços coletivos, o final é o mais troncho possível.
 
É bom? Sim.
Melhor que Hakuouki? Sem sombra de dúvidas!
Melhor que Rurouni Kenshin? Talvez, mas a sua quilometragem pode variar.
 

Assista à abertura:


 

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Shiki

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11/04/2011

No ar site oficial de Persona 4 the animation

Foi confirmado nesta terça-feira japa(12-11-2011) a meia noite no Site MayonakaTV um pequeno teaser sobre a animação e liberando um site oficial do anime.


Leia a entrie completa aqui!

10/04/2011

Anime de Persona 4 chegando


Foi confirmado que está para ser produzido o anime de Persona 4, o popular jogo de RPG bem falado da Atlus lançado em 2008 para PS2. No momento só se sabe que será uma produção da Aniplex.

O anúncio foi feito hoje indiretamente através de um comercial da MBS, o­nde foi anunciado o site Mayonaka TV (TV da meia noite), que na realidade é um canal ficcional que existe dentro do jogo. O site em sí está em contagem regressiva para inaguração na segunda-feira e não tem nada que oficialize o seu anime ainda. Só que parece que esqueceram de esconder o outro site, acessível pelo celular, e por aí deu para confirmar que se trata de uma página de "Persona 4 Animation" com direitos autorais da Aniplex.

De qualquer forma, se restar alguma duvida amanhã será confirmado 100% o lançamento do anime.
Fonte: Animeblade

Leia a entrie completa aqui!

19/03/2011

Dragon Ball Kai: Tema de Abertura versão Brasileira



O anime Dragon Ball Z Kai só chega ao Brasil no início de 2011, mas os trabalhos em cima da série já começaram por parte da Angelotti Licensing e Toei Animation. As dublagens terão início em outubro e como já dito antes, o anime terá sua música-tema em português.

A novidade é que canção deverá ficar a cargo de Rodrigo Rossi, o responsável por O Reino de Athena, abertura do anime Os Cavaleiros do Zodíaco The Lost Canvas, lançado em dezembro pela FlashStar.

Fonte: Youtube

Leia a entrie completa aqui!

10/03/2011

Review: Shiki


 
Nome Original: 屍鬼
Produção: Aniplex, Daume, Shueisha, ...
Elenco: Kouki Uchiyama, Toru Okawa, Gackt, ...
Ano: 2010
Visto: 22 episódios (inteiro)
Episódio favorito: 14
Review contém spoilers? Sim
 
Pois é, eu não faço só review de filme, apesar de eu acreditar que esses entretenimentos de formato serializado precisam de um tipo de critica diferenciada...
 
Shiki nasceu de uma novel originalmente publicada em 1998 por autoria de Fuyumi Ono. Anos mais tarde, já no final de 2007, a Jump SQ começou a serializar um mangá adaptado por Ryu Fujisaki. Assim sendo, o anime é o mais recente dos produtos vinculados.
 
No começo do anime, a arte, o estilo fotográfico, a história e a trilha-sonora (ou seja, praticamente tudo) podem causar estranhamento ao espectador. Porém, o estilo do anime me agrada muito, apesar dos designs bizarros dos personagens.
 

 
A história começa bastante conturbada, e eu me perguntei por várias vezes "Quem é o protagonista?". Essa é uma pergunta estranha de se fazer, levando em consideração os personagens tão interessantes que o anime nos apresenta. A conclusão que cheguei foi que é o local - o afastado vilarejo de Sotoba - quem representa o elemento principal da história, pois ela acaba justamente quando o vilarejo é queimado... ainda que tenham restado personagens humanos e vampiros para dar continuidade à trama.
 
Voltando a falar dos personagens, cada um deles tem as suas próprias motivações, ninguém aqui é levado pelo "súbito espírito de companheirismo" que é de praxe nos animes mais joviais. Porém, isso dá muita margem ao egoísmo mal justificado, uma coisa que eu geralmente não gosto de ver em nenhum tipo de ficção.
 
Parando pra pensar, o anime pegou um filão bem oportunista - estamos numa época em que garotas suicidas, vampiros viados e lobisomens seminus fazem sucesso no cinema - coincidentemente Shiki tem tudo isso! É claro que a abordagem difere bastante, porém, não salvou o anime de ser ruim.
 

 
Levando em conta a natureza do anime - matar pelo menos um personagem por episódio - eu esperava que no final todos os personagens morressem, ou pelo menos os vampiros, mas nada disso aconteceu.
Sim, tivemos muito suspense, mistério e cenas de morte espetaculares, banhadas com ironia e drama, tudo isso é muito bom e eu adoro. Porém, o final do anime consegue estragar tudo isso.
 
Shiki espera que você simpatize com os "coitadinhos" dos vampiros e lobisomens. Em 22 episódios ele não conseguiu mudar a minha opinião sobre isso, paciência. Ainda assim eu sou extremamente feliz pela trilha sonora, as mortes e o Toshio - essas coisas conseguiram me carregar por todos os 22 episódios, então de todo mal com certeza não é.
 
O anime foi uma experiência muito boa, eu recomendaria, mas não se deve esperar muito do final.
 

Assista à abertura:


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19/02/2011

Anime X-Men

Depois de Homem de Ferro e Wolverine, a Madhouse e a Marvel estão produzindo um anime dos X-Men, o trailer você confere logo abaixo.
A estreia está prevista para Abril desse ano.


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