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21/08/2011

[Review] Castlevania: Lords of Shadow - DLC Reverie e Resurrection


Castlevania Lords of Shadow foi um jogo em que aventura sempre foi evoluindo na medida certa, sempre mantendo um nível certo de suspense, o que fazia você querer cada vez mais saber o que iria acontecer com o protagonista. Foi um jogo que teve início, meio e fim, possuindo um final surpreendente e que com uma simples interpretação da vida você entendia muito bem o que aconteceu com Gabriel. Porém, parece que para a Mercury Steam os acontecimentos não foram devidamente explicados ou então ela se deixou levar pela filosofia de DLCs gananciosos.

Reverie:
Neste DLC voltamos a nos encontrar com Laura, o principal motivo para também voltarmos a habitar o castelo da Carmilla.
Laura acaba pedindo a ajuda de Gabriel para derrotar um poderoso monstro que ira conseguir liberdade por Gabriel ter derrotado os 3 Lords of Shadows.
A explicação pelo qual Gabriel deve ajudar Laura é bastante plausível se você aceitar que esse DLC serve como uma continuação, porém é uma explicação um tanto quanto clichê, insignificante e sem relevância para o final de Lords of Shadow.


Em Reverie, você já começa dentro do castelo de Carmilla lutando, porém não pense que você verá lutas a todo momento, a maior parte do tempo você fica apenas pulando plataformas e passando por obstáculos, o que uma hora se torna chato até demais, pois as três fases do capítulo são basicamente isso, as únicas lutas que duram um tempo considerável são quando você está controlando Laura, o que por um lado é legal, mas que peca por ela ser uma personagem muito limitada (sendo esse o motivo pela luta durar), o que não é algo que você pode se importar muito, pois nos momentos que você a controle você apenas está dando um suporte a Gabriel.



O legal de Reverie é que ele possui bastante puzzles, mas todos são do mesmo nível de Lords of Shadow, fáceis de mais, não exigem paciência e nem muito raciocínio.
No final do DLC é “explicado” o final de Lords of Shadow. A Mercury Steam tentou explicar visualmente e da forma mais mastigada possível os acontecimentos finais de Lords of Shadow, tornando um final que ia muito de acordo com a interpretação dos acontecimentos, bobo e um clichê barato para fazer DLCs.

Ressurection:
Em Ressurection você já inicia o capítulo no mesmo ritmo de Reverie, pular plataformas e passar por obstáculos, isso realmente cansa, pois foge completamente do ritmo empregado em Lords of Shadow, onde diversos elementos são abordados da melhor maneira e sem soarem repetitivos dessa forma.
De início você já se depara com o tal monstro (Forgotten One, monstro que já apareceu em outro Castlevania) pelo qual Laura pediu a sua ajuda para derrotar.
Antes de confronta-lo, você tem que ficar fazendo um jogo de esconde-esconde contra ele, pois você está num cenário onde você deve percorrer o mesmo caminho que o monstro sem que ele possa te enxergar/perceber, caso contrário você acaba sendo morto.


Após percorrer um bom caminho nesse esconde-esconde, você confronta Forgotten One. Os diálogos entre Gabriel e o monstro são bastante bobos, a Mercury Steam martelou incansavelmente na tecla solitário e sede por batalha, sendo esses basicamente os diálogos de Gabriel.
Outro fator negativo de Forgotten One, é que a Mercury Steam percebeu que criou um final boss incrivelmente fácil em Lords of Shadow e tentou recompensar nesse DLC.
Forgotten One é um boss chato e difícil comparado com os outros de Lords of Shadow, não proporcionando uma luta divertida e nem uma luta emocionante.
Forgotten One, possuí uma armadura (vamos dizer assim) onde você só dará dano ao bater na parte do corpo que esteja sem a armadura (é apenas uma única parte do corpo que fica sem armadura, isso vai variando, mas será sempre assim), à principio não é nenhum problema, mas acaba se tornando mais chato do que parece.
A luta contra Forgotten One não termina nesse primeiro confronto, você volta a ter aquele jogo de esconde-esconde e volta percorrer a um cenário onde enfrenta alguns esqueletos de fogo (monstrinhos um tanto chato se você está com pouca vida e jogando no modo Paladin), você irá perceber que eles ficaram dando respawn, então, caso você não precise encher sua Light Magic Bar e nem a Shadow Magic Bar vá embora (é importante você estar com elas cheias para a luta final).
Saindo da batalha contra os esqueletos, o próximo cenário já é a luta final contra Forgotten One, a luta segui o mesmo ritmo da anterior, você tendo que ficar batendo somente onde Forgotten One está sem armadura.


Conseguindo derrotar Forgotten One, infelizmente, não nos deparamos com nenhum final impressionante, o final apenas tenta explicar da maneira mais mastigada possível (novamente) os últimos acontecimentos de Lords of Shadow.

Resumo:
Se você gostou de Lords of Shadow e do final, não compre esses DLCs, pois além de não empregarem o mesmo ritmo que Lords of Shadow, não serviram nem pra explicar as dúvidas que o final de Lords of Shadow deixaram, simplesmente tentaram inventar uma explicação mastigável para o que aconteceu com Gabriel, algo que só estragou o clima e a sensação que Lords of Shadow proporcionou.
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NOTA: 4 de 10

Fabricante: MercurySteam e Kojima Productions
Gênero: Ação / Aventura
Distribuidora: Konami
Online?: Não
Preço: US$ 9,90 cada
Troféus: Sim


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03/06/2011

Contra: Konami irá fazer o mesmo que fez com Castlevania

Um teaser trailer de um novo jogo da série Contra foi mostrado hoje pela Konami, em seu evento pré-E3 2011. Confira o vídeo logo abaixo:


Nada sobre este novo jogo da franquia foi revelado até o momento. Sabe-se que a Konami pretende fazer com a série Contra o que realizou em Castlevania: Lords of Shadow, lançado no ano passado, ou seja, um título com gráficos tridimensionais e de grande escala.

O único novo jogo da série Contra que fora revelado até o momento é um para o Nintendo 3DS, que a Konami listou em sua line-up divulgada na E3 do ano passado, porém, nada foi informado sobre este também. Todavia, também existe a possibilidade de o jogo ser para uma outra plataforma.http://www.blogger.com/img/blank.gif

Mais informações deverão ser dadas na E3 deste ano, que ocorrerá entre os dias 07 e 09 de junho em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Fonte: PS3Brasil

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01/06/2011

~Castlevania Harmony of Despair para PSN?~


É o dia para rumores da PSN...


Segundo o site Siliconera, o sidescroller multiplayer online parece que finalmente irá aparecer na rede online da Sony. Não há muitos detalhes a não ser que o site foi informado por duas fontes.

Ainda é meio suspeito pois o jogo faz parte do programa "Summer of Arcade" da microsoft que só incluí jogos exclusivos do X-Box Live Arcade.Porém claro o contrato de exclusividade pode não ter sido renovado.Mesmo que confirmado, não há nenhuma informação se os DLCS já iriam ser incorporados na versão PSN ou vendidos separadamente como o "normal.

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30/03/2011

Konami promove Hideo Kojima


Hideo Kojima, pai da série Metal Gear e padrinho do novo Castlevania: Lords of Shadow, também é o chefe da sua própria divisão de desenvolvimento – a Kojima Productions. Mas em breve ele será um pouco mais importante na estrutura da Konami.

A partir de 1º de abril, o diretor será Vice-Presidente Operacional na Konami Digital Entertainment, a divisão de games da empresa. Isso quer dizer que, em tese, ele terá maior responsabilidade e poder de decisão no que será desenvolvido – e como será desenvolvido.

Shinji Enomoto, um dos responsáveis pela série Pro Evolution Soccer, tabém ganhou uma promoção e compartilhará o mesmo cargo de Kojima.

O pai de Snake entrou na Konami em 1986, e desde então vem trabalhando em vários sucessos e clássicos. Além da série Metal Gear, ele também é responsável por Policenauts, Snatcher, Zone of the Enders e Boktai, entre outros

Fonte: Kotaku
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06/03/2011

Review: Castlevania - Lords of Shadow [PS3/XBOX 360]


Review contém spoilers? Não

Eu não iria fazer resenha do jogo, pois quando eu joguei a demo e um pouco na casa de um amigo, eu dizia para mim mesmo que esse jogo não era Castlevania, que as pessoas que diziam que o Lords of Shadow continha elementos dos primeiros Castlevanias, estavam simplesmente delirando. Bom, realmente, após zerá-lo confirmei que de Castlevania ele não contém nada, mas não quer dizer que por isso eu poderia considerá-lo como um fracasso ou jogo ruim!
Após ver o final e pelo jogo possuir um personagem muito carismático, me senti obrigado a fazer uma resenha.
A todos aqueles que contêm um pensamento próximo do meu quando apenas havia jogado a demo e o pouco na casa de um amigo, dê uma chance a esse Castlevania, considerem que ele é um reboot e foquem na história, tentem não ficar fazendo associações com Castlevanias passados mesmo você sendo um fã da franquia (como eu sou).
Considerando o fato que inovar hoje em dia é algo difícil de ver em um jogo, esse Castlevania não é diferente, do meu ponto de vista, ele não possui nada próprio (certos momentos ele lembra Shadow of Collosus, Devil May Cry, God of War e Prince of Persia). Os principais fatores que prendem e que te fazem querer jogar mais e mais esse Castlevania é a narrativa, história, personagem central e a mescla dos elementos de outros jogos.


Narrativa:
Com textos muito bem elaborados e com uma voz/dublagem que caiu como uma luva pra narração, esse é um fator muito importado em Lords of Shadow.
A narrativa acontece entre o início da cada fase, é o Loading, creio que pulando a narração pode ser que você não se prenda tanto ao jogo e exclua boa parte da motivação que o jogo tem pra te passar. Pode parecer estranho falar assim, mas a narração de casa fase é algo que sempre te deixa instigado, pensativo! A voz da narração e os textos parecem que tem uma força e te deixam cada vez mais curioso em saber que rumo o jogo irá tomar. Elas também contribuem para o carisma do personagem principal.

Pra quem não sabe, quem narra e dubla é o Zobek é o Patrick Stewart.



História:
Com certeza o mais importante de Castlevania - Lords of Shadow. Não se deixa enganar pela premissa, pois assim como o jogo, a história evolui no ritmo certo sem nenhum tropeço.
A premissa de Lords of Shadow nos mostra que Gabriel é um membro da Brotherhood of Light, um grupo de elite de cavaleiros sagrados que protegem a Terra do sobrenatural.
Todo o jogo gira em torno do fato da mulher de Gabriel (Marie) ter sido assassinada por forças das trevas e tendo sua alma pressa por toda eternidade, motivo pelo qual Gabriel inicia sua jornada acompanhado de sua Combat Cross.
Maria é a personagem que guia Gabriel para derrotar os Lords of Shadow, tendo um papel muito importante na trama.
Além de Marie, Gabriel recebe ajuda de Pan, personagem importante na história que te ajuda em diversos momentos.
Eu iria comentar mais sobre a história, mas cada detalhe é muito importante e pode acabar com a surpresa na hora de jogar. Apenas um aviso, tente acompanhar todas as narrativas e os scrolls, eles só aumentam a surpresa no final do jogo.


Personagens:
Lords of Shadow não é um jogo que possui muitos personagens, contem um número de personagens essencial pra trama e com cada um tem seu papel fundamental pro desenrolar final.
Gabriel é um personagem que cumpri muito bem seu papel, sua melancolia, solidão e tristeza são como uma luva para uma mão por todo o clima sombrio, de isolação e devastação da Terra, sendo um personagem que ao desenrolar da história cativa pela ligação desses fatores.
Gabriel é mostrado como um personagem que age muito pelos seus sentimentos, sendo muito humano em certos momentos (principalmente egoísta e irracional) e cativando também por ser um personagem de sentimentos verdadeiros.
O lado negativo vem por conta dos dois últimos Lords of Shadow, são personagens que tu nem percebe praticamente, fazendo sua importância ser deixada um pouco de lado após a batalha. O Lord of Shadow que fica na memória e chama atenção é o primeiro (Cornell) pelos diálogos, pois a partir dessa conversa começamos a ficar mais curioso sobre a história.
Claro que não posso deixar de comentar da CG que vem logo após a batalha contra Carmilla, com certeza é a melhor animação de todo o jogo.

Jogabilidade:
Não há muito que falar sobre a jogabilidade, pois o jogo mescla à mecânica e elementos de diversos outros jogos, não tendo nenhuma novidade pra mostrar. Apesar disso, a MercurySteam e Kojima Productions souberam aproveitar isso muito bem. Foram muito bem distribuídos entre as fases, obstáculos, puzzles, weapons upgrades e inimigos, o jogo não se torna monótono e repetitivo com suas quase 20 horas, pois, geralmente, cada inimigo tem um jeito e golpe melhor de matar, fazendo com que você utilize ataques diferentes todo o momento. A arma principal de Gabriel é a Combat Cross.
Outro fato a ser apontado são os ataques, o jogo possui uma vasta lista de golpes/armas secundárias que você vai habilitando, todos os golpes são bons, importantes com muita utilidade, bem feitos e bolados.
Uma coisa que incomoda e, às vezes, atrapalha é a câmera. Certos momentos ela te da uma visão totalmente sem ângulo do que está acontecendo, sem contar que nas batalhas Gabriel é mostrado de uma visão muito longe, fazendo com você não perceba certas coisas. A câmera foi algo que deveria ter sido melhor trabalhado.


Trilha Sonora:
As músicas combinam totalmente com o clima do jogo, visto que o jogo possui uma ambientação medieval, obscura e sombria que tenta te levar a época onde sempre são situados os filmes clássicos de vampiros.
Excelentes composições que marcam e que só somam pra proposta do jogo.
Existe uma música de batalha que tem uma parte muito semelhante à música de batalha de Gof of War, chegar a ser engraçado e bizzaro isso ao mesmo, porém é algo de depois de um tempo passa batido, pois o jogo tem muito acrescentar.


Gráficos:
Antes de colocar minhas mãos no Lords of Shadow, escutei muito discussão de gente falando que o LoS era mais bonito que o GOW 3. Realmente é um jogo muito bonito, é abusivo o uso dos efeitos de luz no jogo (não que isso seja algo negativo, pelo contrário), é um jogo muito colorido e vivo, porém, em minha opinião, não é tudo isso que falam em termos de gráficos.
Em LoS muitas vezes conseguimos ver as texturas de árvores conforme o ângulo da câmera, temos também Marie que parece ser uma personagem que não teve o acabamento final... enfim, é melhor cada um tirar sua conclusão.

Castlevania Lords of Shadow é um jogo que te prende pelo simples: história, personagem e mecânica simples e divertida baseada nos padrões de jogos de apertar botão e andar.
A história é o ponto alto, porém como já falei, não pode uma fã da franquia joga-lo tendo o pensamento em outros Castlevanias, tem que ter o pensamento de que é um reboot e saber dividir, pois conseguindo fazer isso, verá que é um jogo rico em todos os aspectos, te deixando com aquele sentimento de quero mais após termina-lo.

Prestem atenção para o que acontece após os Créditos!
Conheço pessoas que assistiram somente essa parte no Youtube, eu não recomendo, pois isso tira 90% do clímax do jogo. Apenas digo, é algo totalmente surpreendente!

NOTA: 8 de 10

Castlevania: Lords of Shadow
Fabricante: MercurySteam e Kojima Productions
Gênero: Ação / Aventura
Distribuidora: Konami
Online?: Não
Datas de lançamento: EUA - 05/10/2010, Europa - 07/10/2010, Japão - 16/12/2010
Suporte: Nº de Jogadores: 1, Definição HD: 720p, Troféus
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24/01/2011

Silent Hill: Downpour confirmado para o "Outono" deste ano + Infos


A Konami confirmou hoje que Silent Hill: Downpour será lançado para PS3 e Xbox 360 neste Outono (provavelmente uma versão para PC virá após o lançamento), assim como liberou as primeiras imagens do jogo.

O compositor Daniel Licht - aka Dexter - irá compor a trilha sonora do jogo. (e o Akira Yamaoka? D:)

O jogo tem uma "história completamente original", segundo a Konami, que segue Murphy Pendleton, um condenado preso em Silent Hill.
Pendleton começa o jogo perdido na mata, na periferia da cidade após a sua prisão após um acidente com um ônibus.
Algumas das telas divulgados hoje mostram duas novas áreas do jogo: O Diner e Poço do Diabo.

Silent Hill 8, intitulado apenas Downpour na última edição da Game Informer , foi anunciado na E3 de 2010



Mais informações e imagens na entry completa.




A Konami anunciou que Silent Hill: Downpour, o oitavo jogo Silent Hill, será lançado no quarto trimestre de 2011 para PlayStation 3 e Xbox 360.
A história acontece com o condenado Murphy Pendleton que começa o jogo perdido e sozinho em uma floresta nos arredores de Silent Hill depois que o ônibus da prisão em que ele viajava sofreu um acidente.



De acordo com o sócio sênior da Konami, o produtor Tomm Hulett, Pendleton vem com muita bagagem.

"Os outros jogos têm explorado pessoas normais que fizeram coisas ruins, ou pessoas inocentes que tropeçaram em eventos muito maiores do que eles mesmos", disse ele. "Mas um presidiario é uma pessoa que você esperaria ter muita bagagem para explorar Silent Hill. Sentimos que essa era uma idéia interessante que os fãs esperavam do jogo. Eu não diria que foi uma tentativa deliberada para "interpretar um cara mau" necessariamente, mas nós tivemos discussões sobre se os jogadores iriam ou poderiam se relacionar com o personagem. "



Como em Silent Hill: Shattered Memories, as armas foram descartados para simular uma sensação de terror e desamparo. Isso, segundo Hulett, é o objetivo de Downpour, também.

"O medo é uma coisa complicada para se alcançar," disse Hulett. "Shattered Memories proporcionou uma experiência muito importante em um gênero dominado atualmente pela capacidade de se manter no chão e atirar contra monstros: o desamparo.



"Nosso objetivo com Downpour é para depois levar o que aprendemos, e dobrá-la perfeitamente à experiência de um núcleo de Silent Hill. Uma característica de destaque dos jogos antigos SH é que você pode optar por correr de um confronto. Entretanto, na maioria das os jogos os inimigos eram muito, muito fácil de serem mortos, por isso nunca funcionou.

"Fazia mais sentido matar todos eles, em vez de se preocupar com danos, tendo mais tarde. Então, talvez em Downpour od danos podem ser maior e as vezes correr sera uma sábia escolha estratégica".



Descrevendo como Downpour difere dos jogos anteriores, o produtor da Konami Devin Shatsky disse que desta vez a cidade terá menos portas trancadas e mais exploração.

"Temos essa enorme cidade à nossa disposição, ainda assim, no passado, era composta principalmente de portas fechadas", explicou.

"Nós queríamos dar aos jogadores um pouco mais de incentivo à pesquisa ao redor, e verificar as portas sem ter que enfrentar um bombardeio constante de bloqueios desanimadores. Isso dá ao jogador uma maior sensação de que eles sestão explorando a cidade e depois recompensados com as missões secundarias.

"Estamos sendo muito cuidadosos para manter isto envolvente o suficiente para fazer o jogador sentir que ainda somos uma parte da história principal, mas separados o suficiente para que eles não sejam obrigados a preencher todas elas de uma forma linear para terminar o jogo. "





Fonte: http://www.gamevicio.com.br/
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